segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Horror em Outeiro

O CINECLUBE BELÉM INSULAR APRESENTA A


II Sessão Horror no Bosque, curta-horror.

Outeiro, Escola Bosque, Auditório, 09 de Novembro, 18 h.


Retorno das atividades do Cineclube Belém Insular em novembro! Devido às peculiaridades do mês de Outubro, mês das crianças e dos feriados, mês das eleições, demos um jeito de adequar as atividades do cineclube ao contexto e não realizamos sessões no horário de sempre. Mas retornamos, e com horror.

Experimentalismo e temas macabros sacodem o público do Cineclube Belém Insular. Venha para a sessão Curta-Horror e compreenda porque o horror é um gênero tão difundido nos dias de hoje. A sessão traz uma novidade: um filme estrangeiro, Corta, realizado na Coréia do Sul pelo contemporâneo Park Chaan-Wook, com o virtuosismo típico do diretor asiático.

Filmes: Behemoth, 2002, SP, 06 min, direção: Carlos G. Gananian. Nocturnu, 1998, RS, 11 min. Direção: Dennison Ramalho. Wragda, 2004, 11 min. Direção: Frederico Cardoso. Cut (Corta). Direção: Park Chan-Wook. Coréia do Sul, 40min.

Kid Quaresma

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O CINECLUBE BELÉM INSULAR LEVA O CINEMA À PRAIA DO VAI-QUEM-QUER

Curtas-metragens para crianças, jovens e adultos na praia do Vai-Quem-Quer em Cotijuba.


Na próxima sexta-feira, 29 de Outubro, às 19h, na Pousada Sol e Lua, sob a brisa da baía de Marajó, serão exibidos os seguintes curtas-metragens:

Dona Carmela. Seu Augusto Benevides tinha esperança de que seu neto pudesse conhecer Dona Carmela, a personagem que ele interpretava para TV há trinta anos, e que, se dizia, era a melhor contadora de histórias da telinha. Mas não há mais para Dona Carmela na TV... Direção de Iziane Mascarenhas, 2004, 13 min.

Tainá-Kan, a grande estrela. Adaptação da lenda indígena Carajá sobre uma estrela que, sob os rogos de uma jovem e bela índia, toma a forma de um homem velho e desce à terra. Mas a índia, decepcionada com a aparência do velho homem, recusa-se a casar. A lenda de Tainá-Kan, explica a descoberta da agricultura pelo povo Carajá. Direção de Adriana Figueiredo, 2006, 15 min.

O moleque. Tião é um moleque negro e bem arrumadinho, filho de lavadeira, bom sujeito, mas que padece das brincadeiras e sacanagens de uma turma endiabrada que lhe zomba por causa de sua cor. Mas Tião encontrou uma forma bem humorada de se vingar. Direção de Ari Candido Fernandes, 2004, 13 min.

Dona Cristina perdeu a memória. O menino Antônio, nas suas brincadeiras no quintal, acaba por conhecer Dona Cristina, uma senhora que lhe conta um episódio da sua vida várias vezes, mas sempre de modo diferente. Afinal, o que há com essa muito simpática senhora que parece se esquecer do que há pouco disse? Direção de Ana Luíza Azevedo, 2002, 13 min.

Caçadores de Saci. Onofre mora com a família numa chácara onde coisas estranhas estão acontecendo: o leite azeda, o ovo não choca, o feijão insiste em queimar. Só pode ser coisa de Saci. O jeito é contratar um caçador de saci, e dos bons. Direção de Sofia Federico, 2005, 13min.

IDOS DE OUTUBRO

Devido a problemas de acesso à internet, não pudemos, nós do Cineclube Belém Insular, atualizar, como manda o protocolo, nosso blog. É que, insulados como estamos, a rede mundial de computadores esquivou-se ao risco de uma travessia com maresia agressiva e esperou o barravento aquietar-se para as bandas do oriente, bem longe da baía de Marajó. Contratempos à parte, no entanto, a programação do Cineclube Belém Insular continuou, mesmo um tanto acidentada com as vicissitudes do mês de outubro, com suas procissões, pleitos, feriados, caminhadas, calores e vais e vens típicos do décimo mês do ano. Quisemos, então, que nossa programação se estendesse e se efetivasse na ilha de Cotijuba, aproveitando-nos de que, em períodos de feriados, imprensados e enforcados, não é possível realizar sessões em Outeiro por questões operacionais e de segurança. O público infantil foi o foco de nossa programação, já que outubro é o mês das crianças. Registre-se as sessões realizadas em outubro:

Dia 02: BARRAVENTO de Glauber Rocha, em Cotijuba, na UP Faveira.

Dia 05: HOUVE UMA VEZ DOIS VERÕES, de Jorge Furtado, na Escola Bosque em Outeiro.

Dia 18: os curtas DONA CRISTINA PERDEU A MEMÓRIA de Ana Luíza Azevedo e PAISAGEM DE MENINOS de Fernando Severo, na Escola Bosque em Outeiro.

Dia 19: os curtas DONA CARMELA de Iziane Mascarenhas, AS ANDANÇAS DE NOSSO SENHOR SOBRE A TERRA, de Betse de Paula, TAMPINHA, de Ângela Lago, THAINÁ-KHAN, A GRANDE ESTRELA de Adriana Figueiredo e O MOLEQUE de Ari Candido Fernandes, na Escola Bosque em Outeiro.

Dia 22: os curtas THAINÁ-KHAN, A GRANDE ESTRELA de Adriana Figueiredo, O MOLEQUE de Ari Candido Fernandes, AS ANDANÇAS DE NOSSO SENHOR SOBRE A TERRA, de Betse de Paula, DONA CARMELA de Iziane Mascarenhas e TAMPINHA, de Ângela Lago, em Cotijuba, na UP Faveira.

Dia 23: sessão horror na ilha, com o primeiro filme não nacional exibido pelo Cineclube Belém Insular, CANNIBAL HOLOCAUSTO, de Ruggero Deodato.

Kid Quaresma

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Mostra: O CINEMA PENSA A ADOLESCÊNCIA

FILME HOUVE UMA VEZ DOIS VERÕES

Escola Bosque, Auditório, dia 05 de outubro de 2010, as 18:00
 Filme: houve uma vez dois verões, 2002, 75 min. Direção: Jorge Furtado.
 Sinopse: Chico conhece Roza (com z) numa noite na praia; os dois ficam juntos, mas ela desaparece sem deixar vestígios. Ele a procura, sem sucesso, e quando está por perder a esperança, recebe um telefonema da moça. Marcam um encontro, no qual a moça declara gravidez, solicitando, na ocasião, que ele a ajude, com dinheiro, para um aborto. Essa é apenas a primeira vez que Roza engana Chico; ele vai, pouco a pouco, conhecendo o modo maroto com que a moça ganha a vida. Entretanto, Chico a ama e não desistirá. Uma comédia romântica para pensar a adolescência.



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Professor Kid falando com a "galera" sobre cinema de horror, após a sessão regular que exibiu dois filmes de José Mogica Marins, mais conhecido como "Zé do Caixão"

O Cineclube Belém Insular apresenta:

Terça-feira, 28 de setembro de 2010.

As 18:00 no auditório da Escola Bosque, exibição do filme:

BATISMO DE SANGUE

Sessão Regular: Batismo de sangue, 2007, 110 min. Direção Helvécio Ratton. Baseado no livro homônimo de Frei Betto.


Sinopse: O filme de Helvécio Ratton acompanha a ação de frades dominicanos que ousaram, durante o período da Ditadura Militar, se opor ao cruel sistema, sofrendo suas conseqüências. Dentro do domínio do pensamento cristão, os freis: Betto, Oswaldo, Ivo, Fernando e Tito agregam-se a elementos da luta armada, inclusive o líder Carlos Marighela, contribuindo no combate à ditadura, e enveredando para o cárcere como tantos outros a quem bateu o braço forte da ditadura. A trajetória de Tito é a mais radical: nele a tortura sofrida se propaga além mar, até seu suicídio, na França, atormentado com os pesadelos do sofrimento.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

CONCEITOS E PROGRAMAÇÃO CINECLUBE BELÉM INSULAR SETEMBRO DE 2010

 
Primeira sessão dirigida do Cineclube: mostra curta Jorge Furtado, focalizando três curtas-metragens do diretor gaúcho. Sessão dirigida, pro Cineclube Belém Insular, é aquela que tem como convidados, ou como Público especial, um determinado grupo. No caso, a presente sessão, deixando livre a passagem para todos os públicos, se fará em consonância com os interesses da disciplina Ciências da Profª Gleiciane Bezerra, turmas C4 Escola Bosque. Importa deixar marcado que a mostra curta Jorge Furtado é a primeira sessão extra do Cineclube (entendendo esta, como toda sessão que se faça fora do horário da sessão semanal fixa, que vem sendo executada às terças-feiras às 18h).



Sessão CURTA JORGE FURTADO, Escola Bosque, Auditório, segunda-feira, 13 de Setembro, 15h. FILMES:

Ângelo anda sumido, 1997, 17 min.

Ilha das flores, 1989, 12 min.

O sanduíche, 2000, 13 min.



Sessão regular: ABRIL DESPEDAÇADO, 2001, 99 Min. Direção: Walter Salles.

Devido ao feriado de 07 de setembro, a primeira sessão regular do cineclube ocorre na segunda semana de setembro, excepcionalmente, e dá a largada com um filme de Walter Salles. O cineasta brasileiro, que dirigiu os filmes central do Brasil e terra estrangeira, escolhe a aridez do sertão nordestino para contar essa estória de tradição belicosa entre famílias, que se propaga através do tempo sob o peso da honra e da morte. Salles escolhe o momento de ruptura da nefasta tradição, a qual, entretanto, não deixa de existir sem que uma última vítima se ofereça em sacrifício. A vítima é uma criança, o Menino, que, com sua vida (sua morte), ao mesmo tempo rompe a tradição e sela a sorte de Tonho, o irmão, libertando-o da sina.

Escola Bosque, Auditório, 14 de Setembro, 18:00h.



Sessão regular: HORROR NO BOSQUE, José Mojica Marins em dois médias-metragens, Escola Bosque, Auditório, sexta-feira, 21 de Setembro, 18h.

Sessão horror no bosque, enfatizando o horror como gênero cinematográfico – seus desdobramentos, suas peculiaridades de linguagem, a fetichização imposta a esse gênero pela indústria cultural, o parentesco com a literatura de horror. Dois médias-metragens comporão a sessão, ambos de José Mojica Marins, o Zé do Caixão, um dos cineastas brasileiros que mais se dedicou ao gênero, tendo alcançado o refino de obras-primas. As sessões horror no bosque ocorrerão regularmente.

FILMES:

Pesadelo macabro, 1967. 31 min. Um sujeito é atormentado por pesadelos terríveis a partir dos quais intui que será enterrado vivo.

Ideologia. 1967, 32 min. As teorias e sobretudo as práticas macabras co que o Dr. Oaxiac Odéz comprova sua tese a respeito da degradação humana e do triunfo da matéria sobre o espírito.


Mostra O CINEMA PENSA A ADOLESCÊNCIA, FILME HOUVE UMA VEZ DOIS VERÕES

Mostra o cinema pensa a adolescência, com exibição de filmes abordando os problemas e dilemas próprios dessa faixa etária. Essa sessão extra é dirigida ao público adolescente em geral e a todos os que se interessem pelas questões que envolvem esse complicado interregno entre a idade infantil e adulta.

Filme: houve uma vez dois verões, 2002, 75 min. Direção: Jorge Furtado. Escola Bosque, Auditório, dia 27 de Setembro, 13:15H.

Chico conhece Roza (com z) numa noite na praia; os dois ficam juntos, mas ela desaparece sem deixar vestígios. Ele a procura, sem sucesso, e quando está por perder a esperança, recebe um telefonema da moça. Marcam um encontro, no qual a moça declara gravidez, solicitando, na ocasião, que ele a ajude, com dinheiro, para um aborto. Essa é apenas a primeira vez que Roza engana Chico; ele vai, pouco a pouco, conhecendo o modo maroto com que a moça ganha a vida. Entretanto, Chico a ama e não desistirá. Uma comédia romântica para pensar a adolescência.


Sessão Regular: Batismo de sangue, 2007, 110 min. Direção: Helvécio Ratton. Baseado no livro homônimo de Frei Betto.

O filme de Helvécio Ratton acompanha a ação de frades dominicanos que ousaram, durante o período da Ditadura Militar, se opor ao cruel sistema, sofrendo na pele e na alma as conseqüências. Dentro do domínio do pensamento cristão, os freis Betto, Oswaldo, Ivo, Fernando e Tito agregam-se a elementos da luta armada, inclusive o principal líder rebelde, Carlos Marighela, contribuindo no combate à ditadura, e enveredando para o cárcere como tantos outros a quem bateu o braço forte do poder linha dura. A trajetória de Tito é a mais radical: nele a tortura sofrida se propaga além mar, até seu suicídio, na França, atormentado com os pesadelos do sofrimento. Ratton, que viveu o período intensamente, deu um tom de brutal realismo às cenas de tortura, sugerindo, incomodamente, no espectador, a penúria e a humilhação do torturado. Em muitos, como em Tito, as feridas não puderam sarar completamente.



Exibições em Cotijuba:

Cotijuba entra na onda do Cineclube Belém Insular. A partir do dia 18 de Setembro iniciam-se as sessões na ilha cravada entre as baías do Guajará e de Marajó. Relembremos que o principal possibilitador do Cineclube Belém Insular, o proponente no Edital Cine Mais Cultura Pará, do qual a Escola Bosque é parceira e que permitiu acesso ao equipamento de exibição de cinema, foi o MMIB (Movimento de Mulheres das Ilhas de Belém), cuja sede está em Cotijuba. A deficiência de ambientes apropriados para a exibição na ilha, que atendessem às condições do Edital, assim como a parceria com a Escola Bosque, com sua considerável estrutura material e humana, fizeram, entretanto, com que as sessões regulares tivessem a ilha de Caratateua, distrito do Outeiro, como local de referência. A proposta apresentada ao Edital, contudo, previa a itinerância total ou parcial dos equipamentos e dos acervos disponíveis. Daí que, em seu segundo mês de ação, o Cineclube Belém Insular viaja no tradicional barquinho pôpôpô até a ilha do antigo Educandário Nogueira de Farias, no intuito de praticar um cineclubismo de resistência, em fazer-se alternativa de fruição em um ambiente polarizado pelo turismo de fim de semana e pelas grandes festas. Testemos então o poder de fogo do cinema!


 
Filme: houve uma vez dois verões, 2002, 75 min. Direção: Jorge Furtado. Escola Bosque, UP Faveira, Cotijuba, dia 18 de Setembro, 18h:30min.



Filme: barravento, 1962, 80 min. Direção: Glauber Rocha. Escola Bosque, UP Faveira, Cotijuba, dia 02 de Outubro, 18h:30min.





O CINECLUBE BELÉM INSULAR é uma realização do MMIB (Movimento de Mulheres das Ilhas de Belém), Escola Bosque, Cine Mais Cultura, MINC, SECULT/Pa.



Contatos: cineinsular@gmail.com. Blog: insularcineclube.blogspot.com